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Integrated Territorial and Urban Conservation
Restoration of Architectonic and Industrial Heritage
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Restauro Urbano Integradoe Estudos sobre núcleos históricos
Ana Margarida Portela e Francisco Queiroz prestam serviços na área da
consultoria em reabilitação de centros históricos, quer urbanos, quer
rurais.
Ana Margarida Portela e Francisco Queiroz elaboram também estudos para autarquias, GTLs e SRUs sobre a evolução histórica de zonas antigas, em termos de arquitectura e morfologia urbana, propondo estratégias de reabilitação sustentada.
Mais do que reabilitar os edifícios, é necessário recriar e restaurar a lógica dos núcleos urbanos antigos, dentro de um espírito que ainda mal foi experimentado em Portugal, mas que já há alguns anos foi defendido nos International Courses on Integrated Territorial & Urban Conservation, organizados pelo ICCROM. Na investigação já realizada, Ana Margarida Portela e Francisco Queiroz têm dado particular atenção à arquitectura vernacular dos núcleos históricos e, sobretudo, à questão do impacto dos antigos conventos nos núcleos urbanos, ao longo da História. Têm também enfatizado outras questões, tais como: a análise do decaimento baseada nas leis do urbanismo orgânico, a reabilitação de percursos pedonais, a avaliação do potencial comercial rua a rua, a capacidade de previsão quanto aos efeitos das intervenções, nomeadamente aquelas feitas sobre o espaço público, etc.
Ana Margarida Portela e Francisco Queiroz são autores da obra "Conservação Urbana e Territorial Integrada" (Livros Horizonte, 2009).
Constantemente se verificam erros incompreensíveis em intervenções realizadas em centros históricos, apesar de tantos encontros, palestras, colóquios e cursos sobre esta temática, promovidos nos últimos anos. É sabido que muitos dos Planos de Pormenor de Centros Históricos são geralmente elaborados por equipas onde não se incluem especialistas em História do Urbanismo e em Conservação Integrada, tendo como resultado planos pouco (ou mal) fundamentados. Ora, não se conhecendo as causas históricas de abandono e degradação, rua a rua, não se podem esperar propostas de intervenção bem sucedidas. Não se conhecendo o efectivo valor dos centros históricos como conjuntos e a importância da sua arquitectura de carácter vernacular, não se podem esperar propostas de intervenção com critérios adequados. Não havendo capacidade de previsão, baseada nas leis do urbanismo orgânico e na antropologia do espaço, o índice de falhanços nas intervenções é muito elevado, com óbvios prejuízos a todos os níveis.
Se está interessado em qualquer estudo, contacte-nos para mais informações:
algumas ligações a páginas internacionais sobre restauro urbano:
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