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Restoration of Architectonic and Industrial Heritage
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Impropriamente conhecida em alguns países como "grafologia", "grafopsicologia" ou "handwriting analysis", a Psicologia da Escrita é hoje um ramo experimental da Psicologia da Expressão que se dedica a estudar a escrita como forma gráfica, procurando determinar vários aspectos da personalidade de quem escreve. Num
estudo publicado em 1996 pela Universidade de Berna e realizado a uma enorme
amostragem de empresas suíças de recursos humanos, constatou-se que o estudo
da escrita dos candidatos era o primeiro método projectivo utilizado (em 67% de
todas as admissões), muito à frente de qualquer outro método de carácter
psicológico. Hoje em dia, são inúmeras as aplicações profissionais deste ramo da Psicologia: na orientação matrimonial, na selecção de pessoal e gestão de recursos humanos, na psicologia clínica, na orientação profissional, na medicina, na psiquiatria, na criminologia, na investigação histórico-biográfica, etc. Por outro lado, a Psicologia da Escrita é muito útil aos professores, para o diagnóstico de ansiedade e de outros problemas dos alunos, bem como para o conhecimento das suas diferentes formas de aprendizagem. Pelas mesmas razões, a Psicologia da Escrita é útil para os pais em geral. Pode servir também como excelente forma de autoconhecimento. Em condições óptimas e nas mãos de um profissional competente, o grau de falibilidade dos diagnósticos de personalidade através da expressão escrita é menor do que o de qualquer teste projectivo isoladamente. Isto porque a escrita não é um teste e não se baseia em chaves de interpretação predefinidas, como nos testes. Contudo, para que um diagnóstico seja o mais seguro possível, devem ser tidas em conta muitas condicionantes, as quais são abordados no Curso de Introdução à Psicologia da Escrita. Saber mais sobre este curso... Em geral, os sites sobre este tema existentes na Internet são superficiais e nada científicos. Por isso, apresentamos algumas ligações de confiança: Em português:
Em outras línguas:
Currículo de Francisco Queirozna área daPsicologia da ExpressãoDesde 1990 que estuda a escrita e o desenho de adolescentes. Exerce actividade docente desde 1994, na Faculdade de Letras do Porto, como professor de cursos livres e de seminários sobre Psicologia da Escrita, destinados a estudantes universitários, psicólogos e educadores em geral. Até 2008, Francisco Queiroz leccionou já dezoito edições do curso livre "Introdução à Psicologia da Escrita", na Faculdade de Letras do Porto, bem como uma edição do mesmo curso na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação de Coimbra (em Março de 1996). Leccionou também quatro edições do seminário de aprofundamento "Psicologia da Escrita aplicada da infância à juventude", na Faculdade de Letras do Porto (em 1997, em 1999/2000, em 2004 e em 2007). No âmbito da formação contínua de professores, Francisco Queiroz leccionou, no Centro de Formação de Professores de Paredes, cinco edições da acção de formação Da infância à adolescência – Psicologia da escrita e do desenho, entre 2001 e 2005 (50 horas, registo de acreditação: CCPFC/ACC – 19188/00). O mesmo tipo de formação foi também ministrado por duas vezes no Centro de Formação de Professores de Lousada e, uma vez em versão mais reduzida, no Centro de Formação de Professores de Basto (Conhecer os sinais de alerta na escrita dos alunos, 30 horas). Francisco Queiroz realizou palestras e seminários sobre Psicologia da Escrita no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, na Faculdade de Medicina do Porto e em algumas escolas. Francisco Queiroz leccionou ainda um seminário intensivo de Introdução à Psicologia da Escrita (14 horas) a alunos e docentes do Instituto Politécnico de Tomar (12 e 13 de Junho de 2003), seminário esse que foi organizado pelo Departamento de Gestão de Recursos Humanos do referido Instituto Politécnico. O mesmo seminário (em versão de 16 horas) foi também leccionado no ISLA – Instituto Superior de Línguas e Administração (Leiria, 20 e 21 de Abril de 2006). No Instituto Politécnico de Tomar, Francisco Queiroz leccionou um curso de Francisco Queiroz colaborou em vários periódicos internacionais da especialidade (sendo correspondente em Portugal de dois deles), bem como na pesquisa internacional sobre a escrita durante as idades evolutivas - evolução e significado psicológico, conduzida entre 1991 e 1996 pelo I.G.E.E. da Universidade de Urbino (Itália) e cujos resultados foram publicados em livro em 1999.
Publicações de Francisco Queiroz na área da Psicologia da Expressão
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Psicologia
da escrita: veja como escrevem, perceba o que sentem. In "Adolescentes! – Manual para pais", ano
2, n.º 5, Janeiro de 1998, pp. 100-105. ·
Gémeos (em co-autoria com Cristina Carvalho Sousa).
In "Grafismo", Boletim do Centro de Estudos de Psicologia da
Escrita, n.º 1, Janeiro de 1998, pp. 19-50. ·
A
detecção de patologias na escrita dos adolescentes. In "Grafismo" n.º 1, Janeiro de 1998, pp.
8-18. ·
A
escrita e o diagnóstico psicossomático. Possibilidades e limites. In "Grafismo" n.º 1, Janeiro de 1998, pp.
51-57. Este trabalho foi também publicado com algumas alterações in "Reflexo", Boletim do Instituto de Ciências Biomédicas
Abel Salazar, n.º 2, Março de 1999, pp. 22-27. ·
A
detecção de patologias na escrita dos adolescentes - 2ª parte. Contributos para
uma caracterização da escrita dos adolescentes em Portugal. In
"Grafismo" n.º 2, Julho de 1998, pp. 11-29. ·
O
estudo da escrita em Portugal. Alguns apontamentos históricos. In "Grafismo" n.º 2, Julho de 1998, pp.
61-63. ·
Introdução
à Psicologia da Escrita.
Porto, Campo das Letras (colecção Campo das Ciências), 1999, 238 págs. (esgotado). ·
Estudio de la escritura en Portugal. Evolución histórica
y situación actual.
In "Gramma",
año XI, n.º 44, Madrid, Julio 2000, pp. 14-17. ·
Os
Portugueses e a sua escrita. In
"Grafismo", n.º 5, Outono de 2000, pp. 37-57. · A aplicação da Psicologia da Escrita na investigação em História da Arte. Separata do número especial dedicado ao Prof. Doutor António Cardoso da revista do Departamento de Ciências e Técnicas do Património da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
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