|
Integrated Territorial and Urban Conservation
Restoration of Architectonic and Industrial Heritage
|
|
|
conferências e comunicações em Congressos científicos
COMUNICAÇÃO Ceramics in Portuguese architecture – current trends and future perspectives Por Francisco Queiroz e Pedro Castro Silva Qualicer 2010 - XI Foro Global de Recubrimiento Cerâmico Castellón, 15-16 de Febrero de 2010
El objetivo de esta ponencia es presentar la situación actual de la actividad industrial y artesanal de la cerámica orientada a arquitectura y interiorismo, simultáneamente identificando las tendencias decorativas, técnicas o de aplicación más significativas: las que aún vigoran y las que ahora despuntan. Procuraremos dar una respuesta a estas cuestiones: de que modo la arquitectura portuguesa contemporánea utiliza hoy los revestimientos cerámicos; en que tipo de edificios se utilizan; a través de que aplicaciones; con que colores o tipologías? En esta ponencia se hablará también de la percepción que hoy existe en Portugal sobre el valor patrimonial y identitario de la cerâmica aplicada à arquitectura, inclusive de la cerámica industrial, así como el incremento del mercado de producción de réplicas. Será expuesto como los diversos intervenientes en la arquitectura portuguesa - propietarios privados, organismos públicos, proyectistas, restauradores, empresas de construcción, etc. – conciben de diferentes modos los revestimientos cerámicos y cuáles las objeciones que todavía tienen en su uso. Para eso, se hará una prospección de campo sobre la situación del uso de la cerámica en la arquitectura contemporánea portuguesa, junto de arquitectos, promotores, algunas unidades industriales y asociaciones del sector cerámico. Presentaremos algunos datos sobre la fabricación y comercialización de baldosas en Portugal, con un enfoque sobre la provisión de esa cerámica entre la fabricación portuguesa y las importaciones realizadas desde España y otros países. Inversamente, presentaremos también algunos datos sobre la influencia de la producción portuguesa de revestimientos cerámicos en otros mercados, en paralelo con la influencia de la propia arquitectura portuguesa contemporánea. Las perspectivas que existen en la situación actual de la edificación en Portugal y en el futuro próximo, tanto desde la percepción cultural de la cerámica por parte de arquitectos y promotores como de la viabilidad técnico-económica en la utilización de estos materiales en la edificación actual portuguesa, serán rematadas con un apartado ilustrado de ejemplos recientes: aplicaciones en edificios públicos, en grandes edificios residenciales y otras tipologías de aplicaciones interiores / exteriores. Lo incluiremos algunos casos más emblemáticos de los problemas que ocurren actualmente en la aceptación de la cerâmica como recurso arquitectónico contemporáneo, mostrando algunos errores de aplicación que todavía subsisten, así como la cada vez mayor concurrencia de las piedras ornamentales en revestimientos, un sector industrial que se desarrolló bastante en Portugal.
COMUNICAÇÃO Ceramics in Portuguese architecture (16th-20th centuries) Por Francisco Queiroz e Ana Margarida Portela Qualicer 2010 - XI Foro Global de Recubrimiento Cerâmico Castellón, 15-16 de Febrero de 2010
El objetivo de esta ponencia es presentar la evolución de la cerámica arquitectónica portuguesa, en una visión de síntesis, con un enfoque particular en los siglos XIX y XX, pues en estos períodos radican las causas para los usos que actualmente se hacen de los revestimientos cerámicos en la arquitectura portuguesa. Así, la ponencia se inicia con los antecedentes en la utilización de la cerámica en la arquitectura portuguesa, entre los siglos XVI-XVIII, a través de algunos ejemplos paradigmáticos debidamente ilustrados. Prosigue la ponencia con ejemplos de lo siglo XIX, en un periodo de transición entre arte y industria, demostrando la diversidad y excelencia de la producción portuguesa, así como el carácter identitario del fenómeno de la azulejaria de fachada en la imagen urbana portuguesa. Finaliza la ponencia con un apartado sobre las causas para la decadencia del uso de los materiales cerámicos en la arquitectura portuguesa, en los primeros decenios de del siglo XX, y la apropiación de los revestimientos cerámicos por parte de las clases populares en su arquitectura vernácula. En paralelo, se demostrará como la vía más erudita de los revestimientos cerámicos asentó en obras de autor, muchas veces en edificios públicos y al servicio de la propaganda del régimen dictatorial. En este apartado se explicarán también como se procesó la reconversión industrial que acarreó al encerramiento de muchas de las más importantes unidades industriales portuguesas de productos cerámicos para arquitectura, prenunciando el panorama actual de los revestimientos cerámicos en Portugal.
COMUNICAÇÃO A escultura nos cemitérios portugueses (1835-1910): artistas e artífices Por Francisco Queiroz IV Seminário Internacional Luso-Brasileiro "A Encomenda - O Artista - A Obra" Bragança, 14 a 17 de Outubro de 2009
Nesta comunicação, será evidenciada a diversidade temática e também a disparidade qualitativa das peças de escultura executadas durante o Romantismo para os cemitérios portugueses. A avaliação qualitativa dessas peças escultóricas pode estar, ou não, relacionada com a execução por parte de um artista ou de um artífice, dado que a fronteira entre os dois conceitos era muito ténue, nesse contexto e nessa época. A comunicação terá uma curta apresentação e será rematada com recurso a um vídeo, com a duração de onze minutos. Palavras-chave: escultura; cemitérios; artistas
"Sculpture in Portuguese cemeteries (1835-1910): artists e craftsmen" José Francisco Ferreira Queiroz This paper is a general overview about sculpture in Portuguese cemeteries during the Romanticist period, ranging in diversity from portraits to allegoric statues. In Portugal, by that time, the boundary between a sculptor and a mason was very malleable. Thus, the qualitative evaluation of these sculptural artefacts may not be related to the fact of being work of artists or craftsmen. Key words: sculpture; cemeteries; artists
COMUNICAÇÃO A ornamentação cerâmica da Casa do Chão Verde Por Ana Margarida Portela Domingues IV Seminário Internacional Luso-Brasileiro "A Encomenda - O Artista - A Obra" Bragança, 14 a 17 de Outubro de 2009
A Casa do Chão Verde, em Rio Tinto (arredores do Porto) foi a habitação dos últimos anos de vida do extravagante António Lourenço Correia. Apesar de ter sido já referida, mais do que uma vez, como uma espécie de protótipo da "casa de brasileiro" no norte de Portugal, iremos demonstrar como a ornamentação cerâmica desta casa, em concreto, tanto encaixa como entra em contradição com esse estereótipo. Na verdade, as sucessivas encomendas propositadas e aquisições em depósito de artefactos cerâmicos, entre cerca de 1860 e cerca de 1875, tiveram como resultado uma casa e jardins com certas características únicas, as quais escapam a qualquer estereótipo. Palavras-chave: cerâmica, palacetes, século
XIX
"Ceramic decorative artifacts in the Chão Verde manor house" Ana Margarida Portela Domingues The Chão Verde manor house, in Rio Tinto (surroundings of Porto) was the cottage of the last years of life of the extravagant António Lourenço Correia. Despite being considered by some authors as a prototype of the "brazilian" houses in Northern Portugal, it will be demonstrated that ceramic decorative artifacts, on this specific manor, won't entirely fit in the abovementioned prototype. In fact, as the result of several orders and purchases of tiles, statues and other ceramic artifacts, between c. 1860 and c. 1875, this cottage and its garden acquired some distinctive characteristics, failing to fit in any stereotype. Key words: ceramics, manor houses, 19th century
COMUNICAÇÃO Modelos para as artes do ferro aplicadas à tumulária romântica em Portugal Por Francisco Queiroz III Colóquio de Artes Decorativas - Iconografia e Fontes de Inspiração / Imagem e Memória da Gravura Europeia. Lisboa, Escola Superior de Artes Decorativas da Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva, 19 e 20 de Novembro de 2009 Em Portugal, nunca as artes do ferro foram tão expressivas e diversificadas como na segunda metade do século XIX. Paralelamente, assistia-se no nosso país ao auge do fenómeno do cemitério romântico, contexto em que foram executadas algumas das melhores obras oitocentistas em ferro fundido e em ferro forjado. na comunicação, abordar-se-ão alguns exemplos paradigmáticos da influência de modelos internacionais nestas obras em ferro, especialmente modelos franceses. Será também demonstrado como o gosto particular de cada encomendador poderia transformar um conjunto de módulos de gosto internacional numa obra irrepetível e, por vezes, inusitada.
COMUNICAÇÃO Influência de modelos internacionais na azulejaria portuguesa de finais do século XIX Por Ana Margarida Portela III Colóquio de Artes Decorativas - Iconografia e Fontes de Inspiração / Imagem e Memória da Gravura Europeia. Lisboa, Escola Superior de Artes Decorativas da Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva, 19 e 20 de Novembro de 2009
O estudo da azulejaria portuguesa de finais do século XIX é ainda algo incipiente, sobretudo se atendermos à sua enorme riqueza e diversidade. Apesar da azulejaria de fachada dessa época assumir em Portugal uma preponderância e uma qualidade plástica dificilmente comparáveis com a de outros países, podemos encontrar nas fachadas portuguesas vários padrões inspirados em modelos internacionais, sobretudo espanhóis, ingleses e franceses, os quais terão circulado sobretudo através de estampas de catálogo. Nesta comunicação, são apresentados exemplos concretos da influência destas estampas na azulejaria portuguesa. São também levantadas algumas questões quanto à efectiva aceitação destes modelos exógenos e quanto à sua qualidade relativa.
CONFERÊNCIA Pólos Universitários e(m) Centros Históricos Por Francisco Queiroz Lançamento do livro "Conservação Urbana e Territorial Integrada: Reflexões sobre salvaguarda, reabilitação e gestão de centros históricos em Portugal", da autoria de Francisco Queiroz e Ana Margarida Portela Escola Superior Artística do Porto, 1 de Abril de 2009
O deslocamento de estabelecimentos de ensino superior para áreas urbanas periféricas, levado a cabo em Portugal sobretudo nos últimos trinta anos, tem sido inspirado no modelo do "campus" universitário. É sabido que tal processo de deslocamento constitui uma das causas de decadência dos respectivos centro históricos. Com base nesse diagnóstico, tem-se assistido ultimamente a tentativas de reverter o processo, sendo disso exemplo a recente instalação de um pólo de ciências da saúde no centro histórico de Vila Nova de Gaia. Este é o momento oportuno para reflectir sobre a questão, sob um ponto de vista interdisciplinar, enfatizando sobretudo os seguintes tópicos: - Posicionamento dos pólos universitários e efeitos colaterais, nos territórios de partida e nos territórios de chegada - Pressão automóvel, percursos estudantis e revitalização do comércio - Habitação para estudantes nos centros históricos - Impacto da Escola Superior Artística do Porto no centro histórico do Porto
COMUNICAÇÃO A Casa Nobre e o Urbanismo: apropriação e criação de espaço público como estratégias de afirmação de poder por Francisco Queiroz e Ana Margarida Portela II Congresso Internacional "Casa Nobre: Um Património Para o Futuro" Arcos de Valdevez 14 e 15 de Novembro de 2008
Foram várias as casas nobres erguidas em Portugal que projectaram o poder social dos seus proprietários através da apropriação e/ou da criação de espaço público. Estas casas nobres assumiram-se, pois, como factores determinantes na evolução urbana de diversas cidades e vilas. Apesar disso, ainda hoje é comum abordar-se essas casas nobres numa perspectiva meramente arquitectónica, menorizando ou mesmo negligenciando a perspectiva urbanística. Como resultado, temos quase sempre estudos incompletos e até redutores, passíveis de originar mistificações que poderão ser fatais no âmbito de projectos de recuperação, quer das casas nobres em causa, quer do espaço público envolvente. Com base na nossa experiência profissional e de investigação, a comunicação centrar-se-á em alguns exemplos de casas nobres portuguesas que só podem ser verdadeiramente compreendidas com recurso a uma abordagem urbanística. Daremos especial ênfase a casas cuja construção implicou grandes alterações urbanas e, em particular, à Casa do Terreiro, em Leiria, uma vez que constitui exemplo paradigmático da importância desta questão e das suas implicações em outras áreas do saber.
COMUNICAÇÃO Um modelo de cálculo para a avaliação do potencial comercial e turístico dos centros históricos por Francisco Queiroz "XII Encontro Nacional de Municípios com Centro Histórico", Portalegre, 26 e 27 de Outubro de 2007
Está hoje bastante generalizada a ideia de que a
reabilitação urbana passa também pela revitalização do tecido
comercial. Porém, o modo algo subjectivo e – por vezes – até mesmo
equivocado como esta questão tem sido encarada nos últimos anos em
Portugal evidencia bem o facto de não se ter ainda claramente assumido a
reabilitação urbana como parte de um processo de Restauro Urbano
Integrado. É que a revitalização do tecido comercial pode exigir, antes
de mais, uma reformulação desse mesmo tecido. Tendo em conta que o comércio
não se cria por decreto e não pode (nem deve) ser mantido
artificialmente, há que planear essa reformulação com base em critérios
objectivos e devidamente ponderados em função da sua importância. A noção
de Potencial Comercial é, pois fundamental. A esta noção de Potencial
Comercial liga-se também estreitamente a noção de Potencial Turístico,
sendo que esta não pode ser bem entendida sem prévia assimilação
dos pressupostos daquela. A proposta de um modelo de cálculo para a avaliação do potencial comercial e turístico dos centros históricos não pretende constituir uma fórmula matemática rígida, mas sim uma síntese orientadora que favoreça maior objectividade no planeamento estratégico para os centros históricos. Por tal razão, para além de ser necessário ter em conta os principais factores que influem no potencial comercial e no potencial turístico, é também fundamental perceber qual a importância relativa destes factores e de que modo o eventual desfasamento entre Potencial Virtual e Potencial Efectivo implica - por si só - uma determinada linha de orientação, cujas acções concretas a empreender devem ser analisadas caso a caso.
Palestra (seguida de visita guiada) "Arte Cemiterial Romântica no Feminino" por Francisco Queiroz (III Ciclo Cultural dos Cemitérios Municipais do Porto, Capela do Cemitério do Prado do Repouso, 28 de Outubro de 2006, 15 horas). Com recurso a imagens de todo o país (e não só), tentar-se-á responder às seguintes questões:
Conferência Arquitectura do Romantismo em Portugal: revivalismo versus inovação
por Francisco Queiroz
10 de Fevereiro de 2006, 17 horas Escola Superior Artística do Porto (Largo de S. Domingos)
Nesta palestra serão apresentadas publicamente pela primeira vez algumas das conclusões obtidas através de vários anos de investigação sobre a arquitectura do Romantismo em Portugal. Invariavelmente rotulada como ecléctica e revivalista, a arquitectura do Romantismo não tem sido estudada em Portugal com a profundidade e a abrangência que merece. Salvo raras excepções (quase sempre de grandes obras eruditas), a arquitectura portuguesa do Romantismo ainda tende a ser entendida como uma arquitectura desinteressante, demasiado apegada a estilos antigos e pouco inovadora. Nesta palestra serão levantadas (e parcialmente respondidas) as seguintes questões: Quando, como e porquê surgiram os revivalismos na arquitectura do século XIX em Portugal? Definir e explicar a arquitectura do Romantismo através dos revivalismos será suficiente? Na arquitectura do Romantismo em Portugal predominou mais a alternância, a continuidade ou a coexistência mais ou menos aleatória das estéticas? Quais os revivalismos que mais perduraram e em que género de arquitectura? Como se processou a passagem dos revivalismos da arquitectura erudita para a arquitectura vernacular? Os revivalismos na arquitectura do Romantismo implicaram forçosamente a inexistência de inovação? Esta conferência constitui uma aula aberta do IV Programa de Doutoramento "Problemas de la Arquitectura y Ciudad Moderna: Teoria, História, Proyecto", biénio 2005-2007, da Universidad de Valladolid e da Escola Superior Artística do Porto. A assistência à mesma é livre. Previsivelmente, o tema desta conferência será objecto de uma nova conferência, em data a anunciar oportunamente.
Congressos, colóquios e jornadas onde Ana Margarida Portela e/ou Francisco Queiroz já participaram com comunicações:"A Misericórdia de Vila Real e as Misericórdias no Mundo de Expressão Portuguesa" (Vila Real, Auditório do Arquivo Distrital de Vila Real, 8 a 11 de Setembro de 2010). Qualicer 2010 - XI Foro Global de Recubrimiento Cerâmico, Castellón, 15-16 de Febrero de 2010. III Colóquio de Artes Decorativas da FRESS: "Artes Decorativas Portuguesas: Iconografia e Fontes de Inspiração. Imagem e Memória da Gravura Europeia" (Lisboa, Museu de Artes Decorativas da Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva, 19 a 21 de Novembro de 2009). IV Seminário Internacional Luso-Brasileiro "A Encomenda - O Artista - A Obra" (Bragança, 14 a 17 de Outubro de 2009).
II Congresso Internacional "Casa Nobre: Um Património Para o Futuro" (Arcos de Valdevez 14 e 15 de Novembro de 2008) "XII Encontro Nacional de Municípios com Centro Histórico" (Portalegre, 26 e 27 de Outubro de 2007) I Jornadas do Património (Ovar, 21 e 22 de Junho de 2007). Workshop "The splendour of sculpture in European Cemeteries" (Verona, Itália, 28 e 29 de Setembro de 2006).Seminário Comemorativo dos 250 anos da Real Companhia Velha (Auditório da Real Companhia Velha, Vila Nova de Gaia, 7 e 8 de Setembro de 2006). I Congresso Internacional "Casa Nobre: um Património para o futuro", Arcos de Valdevez, 10 a 12 de Novembro de 2005. Comemorações dos 150 anos do Cemitério de Agramonte (Porto, 24 de Setembro de 2005). VII Colóquio Luso-Brasileiro de História da Arte (Porto, Póvoa de Varzim, Barcelos e Viana do Castelo, 20 a 23 de Junho de 2005). Congresso "Repensar as Cidades – Novos tempos para as velhas cidades" - Projecto Atlante (Porto, 6, 7 e 8 de Junho de 2005). "X Encontro Nacional de Municípios com Centro Histórico" (Nazaré, 19 a 21 de Maio de 2005). Ciclo "Conferências no Museu", Museu do Vinho do Porto (13 de Maio de 2005). "Curso de História da Arte em Gaia e no Grande Porto" - ciclo de palestras no Solar dos Condes de Resende, Vila Nova de Gaia (organização da Confraria Queirosiana): 29 de Janeiro de 2005. "O Vinho do Porto em Gaia & Companhia" (Vila Nova de Gaia, 10 e 11 de Dezembro de 2004). "III Congresso Internacional de História da Arte" (Porto, 17 a 20 de Novembro de 2004). "IX Encontro Nacional de Municípios com Centro Histórico" (Mértola, 21 a 23 de Outubro de 2004). 2º Encontro Internacional “História da Vinha e do Vinho no Vale do Douro” (Porto, Vila Real, S. João da Pesqueira e Régua, 14 a 17 de Outubro de 2004). "IV Simposio de la Asociación Internacional de Historia Y Civilización de la Vid y el Vino" (Haro – Espanha, 12 a 16 de Junho de 2004). "Congresso Histórico D. Afonso – 4º Conde de Ourém" (Ourém, 6 a 8 de Novembro de 2003). "VIII Encontro Nacional de Municípios com Centro Histórico" (Porto, 23 a 25 de Outubro de 2003). "III Jornadas de História e Património Local – Mosteiro de Leça do Balio: 1000 anos de história" (Leça do Balio, 17 e 18 de Outubro de 2003). "IV Colóquio Internacional – Em busca da História das Mulheres
Portuguesas: As mulheres e a família, encontros e desencontros" (Porto e
Vila Nova de Gaia, 5 e 6 de Junho de 2003). "II Congresso Internacional de História da Arte" (Porto, 14 a 17 de Novembro de 2001). "II Congresso Internacional do Barroco" (Porto, Aveiro e Arouca, de 18 a 23 de Junho de 2001). "II Jornadas de História e Património Local - 1899-1999: cem anos de indústria em Matosinhos" (Matosinhos, 19 e 20 de Novembro de 1999). "I Jornadas do Ferro Forjado" (Salão Nobre do Palácio da Justiça de Coimbra, 11 e 12 de Dezembro de 1999). "III Congresso de Arqueologia Peninsular" (Vila Real - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, 22 a 26 de Setembro de 1999). "Jornadas do Ferro Forjado" (Galeria da Livraria Minerva, Coimbra, 25 de Setembro de 1999). "I Congresso da Diocese do Porto: Tempos e Lugares de Memória" (Porto e Arouca, 5 a 8 de Dezembro de 1998).
|
|