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"Embora seja com alguma pena que constato a
impossibilidade de continuar os estudos desta área em Coimbra é, pelo contrário,
com bastante agrado que recebo a notícia do desenvolvimento que esta área
particular da Psicologia tem vindo a conhecer nos últimos tempos, no
Porto." (Vanda
F., Dezembro de 1997) "Os
meus parabéns por ser capaz de transmitir tão bem e de uma forma contagiante
um assunto, infelizmente, tão pouco desenvolvido e explorado" (do inquérito ao Curso de Introdução à Psicologia da Escrita, Junho de 1998) "Vinha
com a expectativa de aprender mais regras práticas de fácil aplicação pelo
que fiquei decepcionada no princípio. Mas aprendi que a Psicologia da Escrita
tem mais cientificidade, credibilidade e seriedade do que julgava. Gostei muito
das analogias." (do
inquérito ao Curso de Introdução à Psicologia da Escrita, Junho de 1998) "Gostava de poder continuar, pois existem ainda várias questões a aprofundar. Só é pena o curso ser tão pequeno e mesmo assim Parabéns pelo excelente professor que é! Tanta matéria e abrangeu quase a totalidade; claro que ainda há muita coisa. Mas acima de tudo é um excelente professor e extremamente cativante pelas aulas que dá" (do inquérito ao Curso de Introdução à Psicologia da Escrita, Junho de 1998) "Gostei mesmo muito do curso e achei que
aprendi muito mais de Psicologia ( = comportamento humano) neste pequeno seminário
do que durante um ano lectivo inteiro em Psicologia." (Mónica S. B., Agosto de 1998) "O
1º módulo, que frequentei, serviu para dar uma visão científica do tema. No
entanto, é difícil em tão pouco tempo ser capaz de aplicar os conteúdos teóricos
a uma análise prática de escrita e, na minha opinião, é esta a vertente que
deve ser trabalhada no curso". (Ana M. R., Março de 1999) "Mais divulgação
– a Psicologia da Escrita está ainda muito «na sombra»!" (do inquérito ao Curso de Introdução à Psicologia da Escrita, Junho de 1999) "O
curso permite um maior entendimento das pessoas e pessoa/pessoa." (do
inquérito ao Curso de Introdução à Psicologia da Escrita, Junho de 1999) "Excelente.
Incide sobre noções básicas. Atendendo ao preço, não foi pouco tempo." (do
inquérito ao Curso de Introdução à Psicologia da Escrita, Junho de 1999) "Acho
que a matéria leccionada é muito complexa para as poucas horas do curso." (do inquérito ao Curso de Introdução à Psicologia da Escrita, Junho de 1999) "Gostei,
tanto do método, como da qualidade pedagógica do professor." (do inquérito ao Curso de Introdução à Psicologia da Escrita, Junho de 1999)
"Gostei
muito da maneira como foram dadas as aulas. O professor conseguiu cativar os
alunos e interessá-los." (do inquérito ao Curso de Introdução à Psicologia da Escrita, Junho de 2000) "Devido ao meu trabalho, no âmbito profissional, gostaria de prolongar o curso por mais tempo, podendo com isso aprender novas técnicas de diagnóstico clínico que não sejam tão rígidas e standardizadas". (do inquérito ao Curso de Introdução à Psicologia da Escrita, Janeiro de 2001) "Os
conhecimentos transmitidos foram muito interessantes e ficamos todos com a sensação
de que soube a pouco, dada a imensidão de aspectos que se podiam explorar. No
entanto, foi muito proveitoso e posso dizer que aguardo ansiosamente saber da
sua disponibilidade para realizar no nosso Instituto o curso de Psicologia da
Escrita na vertente Especialização em Gestão de Recursos Humanos".
"Esta acção mudou a minha postura enquanto professora, pois, neste momento, para além do conteúdo, estou também atenta à forma. Com efeito, o invólucro, o «papel de embrulho»... a escrita dá-nos informação complementar que não encontramos aquando da análise do conteúdo do texto. É preciso ver o que se diz, a forma como se diz e qual a forma utilizada para se dizer..." (Susana A. C. C., Outubro de 2004 - acção de formação para professores em Lousada)
"Penso que a partir deste momento terei uma atitude diferente daquela que era habitual, quanto à observação e actuação de comportamentos na sala de aula, obtendo com esta acção uma maior segurança no entendimento de situações conotadas com o desenvolvimento da personalidade dentro da adolescência dos alunos que vou tendo na minha vida profissional. Esta acção foi um ponto de partida para encetar a psicologia relacionada com a educação, que quase sempre - penso eu - os professores desconhecem ou esquecem, quer no tacto com as relações professor/aluno, quer nas apresentações das aprendizagens curriculares. Estas reflexões poderão dar resposta a alguns obstáculos de aprendizagem, comportamentos disruptivos em manifestações passivas ou activas dos alunos perante a escola ou a disciplina". (J. Alexandre N. R., Outubro de 2004 - acção de formação para professores em Lousada)
"Contactar diariamente com jovens implica cruzarmo-nos com o seu mundo, as suas angústias, os seus sonhos e, se nos é revelado mais um caminho para chegarmos até eles, este é, de certeza, um recurso irrecusável para quem ama o ensino". (M. Conceição S. B., Outubro de 2004 - acção de formação para professores em Lousada)
"Tornou-se bastante evidente a função prática desta Acção de Formação decorrida e que, em tão pouco tempo já me foi tão útil para melhor compreender alunos, amigos, família e inclusive a mim mesma". (Suzana P. L. P., Outubro de 2004 - acção de formação para professores em Lousada)
"Pensei
que poderia usufruir de estratégias inovadoras e, assim, melhorar a minha
actividade pedagógica. Inicialmente, assuntei-me e pensei «Isto vai ser
complicado, Não existem certezas. Como é que vai ser?». A pouco e pouco fui
reconhecendo a real utilidade destas sessões. Eu lido com adolescentes (idade
confusa, plena de contradições), nível etário que aprecio leccionar. Mas,
muitas vezes, nós professores não sabemos o que fazer para detectar e tentar
resolver muitos dos problemas que nos são apresentados (...). Há coisas que
detectamos nos nossos alunos que é instintivo: alguma coisa se passa, mas o quê?
O que despoletou tal atitude ou comportamento? Fazendo o balanço, verifico que
efectivamente aprendi algo, neste momento possuo mais alguns instrumentos para
obter sucesso na minha prática pedagógica." (Maria
J. S. M. A., Junho de 2005 -
acção de formação para professores em Paredes)
"Independentemente
daquilo que aprendi durante a acção, sei que estarei mais atenta às produções
escritas dos meus alunos. Acredito que os ficarei a conhecer melhor se logo nas
primeiras aulas fizer com eles um trabalho semelhante ao que fiz com as recolhas
para esta acção de formação." (Maria
C. M. N. M. R. S., Junho de 2005 -
acção de formação para professores em Paredes) "Foi
muito enriquecedora (...), nunca imaginei que a escrita era um fóssil e se
pudesse retirar tanta informação. Para além do que nos conseguiu despertar,
esta acção despertou o gosto pela investigação nesta área, a meu ver,
desvalorizada e desconhecida mas de alto valor científico. Os conhecimentos
colhidos nesta área servirão para esbater algumas dúvidas na já tão
complexa tarefa de avaliação e descoberta de problemas de aprendizagem. Será
a partir de agora uma mais valia ao serviço da educação". (Dina
M. P. S., Junho de 2005 -
acção de formação para professores em Paredes) "A
minha inscrição nesta acção ficou a dever-se, em parte, ao facto de alguns
colegas terem falado nela e daí ter ficado curiosa com os temas (...). Tudo o
que me possa levar a conhecer melhor os meus alunos, e que me dê pistas e me
alerte para as suas atitudes e comportamentos será de certeza positivo, pois irá
fazer com que eu possa desenvolver melhor o meu trabalho como educadora." (Maria
E. B., Junho de 2005 -
acção de formação para professores em Paredes) "No
início fiquei assustada; pensei que ia ser muito complicada e fez-me confusão
o facto de haver poucas certezas. Neste momento tenho consciência de que há
muito mais para aprender, mas também possuo a certeza de que disponho de mais
alguns instrumentos, que me ajudarão na minha prática pedagógica."
"Esta acção de formação foi muito importante para mim, porque respondeu a algumas questões sobre os aspectos da personalidade dos alunos, os quais por vezes constituíam um obstáculo na compreensão de determinados comportamentos manifestados nos alunos, quer na sala de aula, quer no espaço exterior da escola." (Maria C. C. B., Novembro de 2005 - acção de formação para professores em Lousada)
"Esta acção de formação foi a mais importante das que fiz até hoje. Consigo ver a escrita dos meus alunos como um reflexo daquilo que eles são e não como meros grafismos que devem ser desenhados na maior das perfeições." (M. Rosalina. M. S., Novembro de 2005 - acção de formação para professores em Lousada)
"Termino, registando o meu gosto na participação nesta acção e o reconhecimento do profissionalismo do formador, assim como a constatação da utilidade da informação obtida." (Graça M. D. L., Novembro de 2005 - acção de formação para professores em Lousada)
Achei
seu curso extremamente interessante e útil. Gostei também da forma fluida como
o apresentou. Sendo eu própria formadora, sou extremamente sensível ao
tipo de abordagem. Interessante
e útil, para mim, não tanto ao nível do meu desenvolvimento profissional,
porque realmente não trabalho em áreas em que a psicologia da escrita se
aplique directamente, mas do ponto de vista pessoal. Serve como instrumento de
auto-conhecimento e parece-me também extremamente útil como forma de
conhecermos melhor os outros. E isso sim, já faz todo o sentido para mim, que
navego nas áreas da comunicação e do comportamento. (Carla Afonso, Março de 2006 - Curso de Introdução à Psicologia da Escrita)
Dê também a sua opinião sobre o "Curso de Introdução à Psicologia da Escrita", sobre o "Seminário de Psicologia da Escrita Aplicada da Infância à Juventude" ou sobre a "Acção de Formação Da Infância à Adolescência - Psicologia da Escrita e do Desenho", sobretudo no que diz respeito à utilidade que teve para a sua profissão actual ou mesmo para a sua vida privada.
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© Francisco Queiroz, 2004 Última actualização: 12/04/07 |